BAT-TCHAN!!!

 

Aproveitando o clima do evento cinematográfico do ano, aqui vai uma coisa engraçada (ou não): descobri na comunidade da Revista SET, no Orkut, que o grupo É o Tchan (aquele das Sheilas) gravou uma música (o algo parecido) chamada BAT-TCHAN! Confiram o clipe abaixo e divirtam-se (ou não)!

 

O FILME DO ANO!!!

 

FINALMENTE!!!

 

Aos poucos venho me interessando pelo universo dos quadrinhos. Grande parte do interesse deve-se às tão bem sucedidas adaptações para as telas de títulos como 300, V de Vingança e Sin City. Um dos mais aguardados projetos a ganhar vida nas telas é Watchmen, graphic novel surgida em 1985 pelas mãos de Alan Moore, um dos mais prestigiados escritores do gênero. Considerado impossível de ser adaptado devido à sua dimensão e riqueza de detalhes, o título chegará às telas em 2009 sob a direção de Zack Snyder (300). Para saber mais sobre a revolucionária obra e sua adaptação, sugiro que visitem o especial preparado pelo site Omelete.

 

http://www.omelete.com.br/cine/100013832/Especial_Watchmen.aspx

O CAVALEIRO DAS TREVAS ESTRÉIA E DETONA

 

Camaradas, eu estou duplamente feliz: primeiro, porque minhas expectativas foram superadas e Batman – O Cavaleiro das Trevas é do caralho elevado à quarta potência!!! Segundo, porque o filme de Christopher Nolan detonou o recorde de maior abertura de todos os tempos conquistado por Homem-Aranha 3 no ano passado. Só nos EUA, o novo filme do Morcego arrecadou 155,34 milhões em apenas três dias, superando em 4,23 milhões o arrecadado pelo Cabeça de Teia em 2007. Caso vocês se perguntem o motivo da minha felicidade pela quebra do recorde, eu explico: EU DETESTO HOMEM-ARANHA 3!!!

O NOVO DOS IRMÃOS COEN

 

O legal de escrever sobre cinema é que, na falta de boas idéias, imagens podem dizer mais do que palavras.

 

Depois do clichê horrível, sugiro que assistam ao trailer de Burn After Reading, novíssimo trabalho de Ethan e Joel Coen, os grandes vencedores do Oscar deste ano por Onde os Fracos Não Têm Vez. A trama gira em torno de um cd encontrado por um verdadeiro “zé-mané”, que decide chantagear o dono em troca de dinheiro. O problema é que o dono do disco é um agente da CIA e a recuperação do objeto termina por envolver um assassino profissional. No elenco, Brad Pitt, Geroge Clooney, John Malkovich, Tilda Swinton, J.K. Simmons e Frances McDormand. Divirtam-se!!!

PARABÉNS, CINEMA BRASILEIRO!!!

 

Não é segredo para ninguém que o cinema surgiu em 1895, na França, pelas mãos dos irmãos Lumière. A data específica é 28 de dezembro, quando foi exibido o filme Chegada do Trem na Estação, um curta que registrava o cotidiano de uma estação de trem.

 

Empolgados com o êxito do cinematógrafo (aparelho desenvolvido pelos irmãos franceses para a captação e exibição de imagens em movimento), muitos cinegrafistas saíram pelo mundo para registrar imagens e, posteriormente, realizar suas exibições. Um deles, Alfonso Segreto, chegou ao Brasil, e no dia 19 de junho de 1898, registrou imagens da Baía de Guanabara. Este feito é considerado por muitos o marco inicial da produção cinematográfica brasileira. Desde então, foram muitos os filmes produzidos em território nacional, mas ainda assim o cinema brasileiro luta para romper preconceitos e conquistar um lugar privilegiado no gosto do público.

 

Clicando no link abaixo, vocês poderão visitar o site Cineclick e saber um pouco mais sobre os 110 anos de cinema brasileiro.

http://cineclick.uol.com.br/noticias/index.php?id_noticia=19826

PARA DESCONTRAIR!!!

 

Confiram o vídeo de divulgação para o filme Tropic Thunder, exibido no MTV Movie Awards 2008:

Tropic Thunder, nova comédia estrelada por Ben Stiller, Jack Black e Robert Downey Jr. chega às telas brasileiras em 15 de agosto. Para saber mais sobre o filme, basta visitar o site Omelete clicando sobre link abaixo:

 

http://www.omelete.com.br/resultado_busca.aspx?busca=tropic%20thunder&secao

O MAIOR DOS CINÉFILOS

 

Perceber o quanto alguém ama a profissão que exerce é muito fácil: basta observar o brilho nos olhos do profissional enquanto descreve sua rotina no trabalho. Foi ao observar tal brilho nos olhos de Steven Spielberg, quando ele recordava momentos mágicos vividos durante as filmagens dos filmes da série Indiana Jones, que tive a idéia de escrever este texto.

 

Não escrevo sobre Spielberg e sua paixão pelo cinema ao acaso. O diretor de filmes marcantes como E.T., Tubarão e Jurassic Park é meu cineasta favorito e uma referência para mim. Meu maior sonho é trabalhar com cinema e sempre que vejo um depoimento de Spielberg sinto-me ainda mais encorajado a lutar para realizar meu objetivo.

 

Ver Spielberg trabalhando é inspirador. Durante as filmagens, ele sempre cita nomes de atores, atrizes, diretores e filmes que servem de base para a realização de sua própria obra. Praticamente, uma enciclopédia de cinema ambulante. Sempre aberto às sugestões, o cineasta acolhe com entusiasmo idéias que surgem de seu elenco e colaboradores. A atenção dada aos enunciadores é tanta que assusta. A arrogância, característica presente numa porção de diretores, não toma conta de Spielberg, um camarada que, mesmo sendo o maior cineasta americano vivo, não abre mão da humildade.

 

Embora eu esteja longe de ser um Spielberg, posso me dar ao luxo de dizer que ele e eu temos algumas características em comum: um exemplo é a maneira como falamos sobre cinema. As conversas que o cineasta tem com George Lucas, grande amigo e parceiro, lembram muito as conversas que tenho com meus amigos adoradores da sétima arte. Além disso, a paixão por filmes é o que estabelece a ligação existente entre fã e ídolo, algo que só encontra explicação na magia provocada pelo cinema.

 

Talvez a razão que justifique o fato de Steven Spielberg ser o grande cineasta que é seja a simples conclusão de que ele é o maior cinéfilo que existe na face da Terra, e só alguém assim pode fazer e falar sobre cinema com tamanha prioridade e respeito. Um exemplo a ser seguido!

 

OBS: Indiana Jones e o Reino da Caveira de Cristal ainda está em cartaz e é do caralh...!!! Quem ainda não viu, vale a pena conferir!!!

PARA A ALEGRIA DO CAPETA

 

Notícia chatíssima, galera: Constantine 2 não verá a luz do dia. Ao menos foi isso que Keanu Reeves deu a entender ao declarar que não tem interesse algum em interpretar antigos personagens em novas produções. Além disso, Francis Lawrence, diretor do primeiro (e provavelmente único) filme, diz não ter encontrado bons roteiros para dar continuidade à saga de John Constantine. Uma pena, pois o longa de 2003 rendeu aos cofres da Warner mais de 250 milhões de dólares ao redor do mundo, sem contar o arrecadado com a venda de DVDs e produtos licenciados. E mais: é um puta filme legal! Merecia inúmeras seqüências! Resta agora acompanhar as histórias do “caçador de demônios” nos quadrinhos.

CELEBRIDADES INSTANTÂNEAS (E MUITO MALVADAS!!!)

 

Hoje, enquanto tomava meu café da manhã, ouvi uma notícia no rádio que chamou minha atenção. Andréia Schwartz, a cafetina brasileira envolvida no caso que derrubou o ex-governador de Nova York Eliot Spitzer, dará entrevistas somente se receber cachê. Além disso, há a possibilidade da dura vida da nova celebridade nacional virar filme! Não é o máximo? Bom, eu não sou nada favorável a esse boom de “celebridades instantâneas” que vem tomando conta da nossa mídia desde a transmissão da primeira edição do Big Brother Brasil (Aliás, hoje é dia de final. Se não tiver nada mais interessante na telinha, durmam cedo.). Entretanto, a idéia de contar a trajetória de Madame Schwartz em película é bem curiosa.

 

Tanto o cinema brasileiro quanto o cinema americano têm algo em comum: ambos já produziram filmes que traziam “bad boys” da vida real como protagonistas. Em 1968, Rogério Sganzerla dirigiu O Bandido da Luz Vermelha, clássico do cinema brazuca, no qual os crimes cometidos pelo lendário bandido era o cerne da narrativa. Da parte dos americanos, fomos apresentados, no início do ano, a Frank Lucas, ex-traficante de drogas, que pos fim à máfia italiana em Nova York entre as décadas de 1960 e 1970 com seu poderoso negócio. O longa que narra a história é O Gângster, do ótimo cineasta Ridley Scott.

 

Se a vida de Andréia Schwartz render um filme tão bacana quanto os citados neste post, faço questão de deixar meu preconceito contra celebridades instantâneas (e malvadas) de lado.

 

P.S.: O Bandido da Luz Vermelha já está disponível em DVD, e O Gângster chega às prateleiras ainda no primeiro semestre.

BRASIL EM FOCO: MEIRELLES E SALLES EM CANNES

 

Entre os dias 14 e 25 de maio acontecerá o 61º Festival de Cinema de Cannes, um dos eventos mais aguardados do calendário cinematográfico. A razão para tamanha expectativa está na variedade de títulos produzidos ao redor do mundo que são exibidos e indicados à desejada Palma de Ouro. Nenhuma premiação é tão democrática e pouco xenofóbica quanto Cannes e, por isso mesmo, o Brasil não ficará de fora.

 

Os cineastas Fernando Meirelles (Cidade de Deus) e Walter Salles (Central do Brasil) estão correndo para finalizar suas mais recentes produções a tempo de apresentá-las à comissão que seleciona os filmes a serem exibidos durante o festival. Meirelles está envolvido com Blindness, filme que adapta para as telas as páginas escritas por José Saramago em Ensaio Sobre a Cegueira. Por sua vez, ao lado de Daniela Thomas, Salles faz os últimos reparos em Linha de Passe, longa que conta a história de quatro irmãos que tentam carreira no futebol para fugir da pobreza.

 

A presença de brasileiros em festivais internacionais de cinema é sempre uma notícia bem-vinda. Fica a torcida para que o reconhecimento do nosso cinema lá fora incentive um maior investimento na formação de novos cineastas e na realização de filmes de qualidade.

PARA VER E REVER

 

Meu pai costuma dizer que não gosta de ver filmes mais de uma vez porque reprises não têm graça. Motivo: o final não é mais um mistério. Ele não é o único a pensar dessa maneira. São muitas as pessoas que ainda insistem na idéia de que o final de um filme, livro ou qualquer outro tipo de narrativa é o elemento mais importante da história. Mentira! O fim é importante, só que mais importante do que o final é deslumbrar a jornada que guia as personagens ao desfecho. É o percurso, e não o destino exclusivamente, que torna qualquer narrativa um clássico.

 

E foi um clássico do cinema que me inspirou a esta pequena reflexão. No domingo passado, assisti ao cultuado Taxi Driver, obra do aclamado cineasta Martin Scorsese. Quando o filme terminou, confesso que me senti um pouco decepcionado, pois não senti de imediato o impacto que leva muitos críticos e cinéfilos a classificá-lo como o ápice da filmografia do diretor norte-americano (eu ainda prefiro Os Bons Companheiros). Entretanto, o filme vem ocupando minha mente desde então e a saga de Travis (um dos personagens mais marcantes de Robert De Niro) surge em meus pensamentos em flashes. Nem preciso dizer que a vontade de rever o filme é imensa e, na primeira oportunidade, o farei. Quem sabe numa segunda ou terceira assistida eu veja o que faz de Taxi Driver um filme obrigatório para quem aprecia bom cinema.

I’M BACK!!!

Siiiiiiiiiiiiiiimmm, turminha!!! Depois de quase nove meses estou de volta com o blog de cinema mais bacana, elegante, informativo e superlegal da net. As novidades são muitas: novo nome, novo endereço e novo formato. O Maníaco Por Filmes (MPF) renasce das cinzas mais dinâmico e interativo. Dinâmico porque trará bastantes informações, porém em textos mais curtos, visto que tempo é tão raro quanto água no Saara; e interativo porque abrirei o blog para a manifestação de qualquer pessoa que quiser expressar qualquer coisa sobre cinema ou assuntos relacionados à sétima arte. Por exemplo: o bolo da sua vozinha te lembra uma açucarada comédia romântica? Mande a receita! A pelada do fim de semana te lembrou épicos como Ben-Hur e Gladiador? Conte-nos como foi! Dessa forma, o MPF se tornará muito mais do que um blog: será um espaço democrático para troca de experiências e culturas. Mãos à obra!

NERDWORLD#2 (PARTE 1)

 

Olá pessoal! Sim, eu sei, estou atrasado, mas ainda muito animado para compartilhar com vocês minhas impressões sobre tudo que vi, li e ouvi nos últimos dias. Começando pelo que foi prometido na última coluna. Quem acompanha o blog, ou me conhece pessoalmente, sabe que venho me apaixonando cada dia mais pelas histórias em quadrinhos. Por conta disso, procuro dedicar um espaço especial em minhas leituras para o que é produzido de melhor pela nona arte. Talvez “melhor” seja um pouco demais. Para ser sincero, tenho voltado minha atenção para aqueles personagens com um apelo mais “pop” da DC e Marvel, porém com histórias que por vezes carecem em qualidade. Talvez por isso não tenha gostado tanto de Superman & Batman: Inimigos Públicos, encadernado lançado no primeiro trimestre do ano, que contém a saga-gênese do atual título estrelado pelo Homem de Aço e pelo Homem-Morcego, publicada originalmente na revista mensal do Superman.

Superman e Batman - Inimigos Públicos

Com texto de Jeph Loeb e ilustrações de Ed McGuinness, Inimigos Públicos começa quando um asteróide kryptoniano entra em rota de colisão com a Terra, possivelmente atraído pela presença do último sobrevivente de Krypton em nosso planeta. Após uma tentativa fracassada de destruir o asteróide ainda no espaço, o presidente americano Lex Luthor declara Superman um inimigo público, colocando a cabeça do herói a prêmio. É aí que entra em cena o Batman, disposto a auxiliar o amigo e de quebra salvar a Terra, combatendo rivais e, inclusive, aliados. Ao término da leitura, senti que havia gostado da aventura, mas fiquei com aquela incômoda sensação de “falta algo”. Talvez um pouco mais de história e diálogos mais elaborados fariam alguma diferença, porém, como foi dito pelo meu amigo Fábio Rodrigues num bate-papo sobre o material, o que os fãs dos heróis querem ver num encontro deste é pancadaria e muita ação, elementos que o texto de Jeph Loeb traz em abundância. Enfim, utilizando um jargão cinematográfico, definiria Superman & Batman: Inimigos Públicos como um ”pipocão” divertido e eficiente naquilo que é proposto. Só!

Saindo da nona para a sétima arte, fiz uma sessão dupla no feriado do dia 7 de junho. Conferi Zodíaco, do cineasta americano David Fincher e Vermelho Como o Céu, do diretor italiano Cristiano Bortone. O primeiro, um suspense adaptado do livro Zodiac, do autor Robert Graysmith, se passa em São Francisco, cidade californiana na qual um assassino auto-denominado Zodíaco aterrorizou os moradores por três décadas. Focado na investigação policial e no fascínio que o serial killer provoca no cartunista do jornal San Francisco Chronicle Robert Graysmith, a produção de três horas possui altos e baixos. Definitivamente, é o filme menos ousado do diretor que cometeu obras-primas como Seven – Os Sete Crimes Capitais e Clube da Luta. Além disso, passada a primeira metade, o filme se arrasta até seu desfecho interessante, mas pouco surpreendente.  Entretanto, Fincher continua um diretor seguro, e o elenco composto por nomes como Jake Gyllenhaal (Robert Graysmith), Robert Downey Jr. (Paul Avary) Mark Ruffalo (David Toschi) e Brian Cox (Melvin Belli) dá vida a cada um de seus personagens de maneira muito competente. Mas como nada é perfeito, Zodíaco ficará marcado como a obra-menor de um grande cineasta. Mais sorte na próxima, Fincher!

 

(Continua abaixo)

NERDWORLD#2 (PARTE 2)

 

Logo após a sessão de Zodíaco, foi a vez de assistir ao maravilhoso Vermelho Como o Céu. Eu pouco sabia sobre este filme. Só descobri a existência do mesmo enquanto procurava um filme do circuito mais alternativo para ver. Foi nessa busca que li a sinopse: baseado na história real de Mirco Mencacci, um dos mais respeitados editores de som do cinema italiano, o filme inicia quando Mirco, ainda criança, perde a visão e é enviado a uma instituição para cegos onde, em meio à repressão da visão retrógrada sobre sua condição, descobre sua vocação. A produção é de uma beleza singular. O diretor Cristiano Bortone esbanja talento ao contar uma sensível história, permitindo em muitos momentos da projeção que espectador veja os acontecimentos pelos olhos de Mirco, e sinta cada elemento da tela com cada um dos sentidos do corpo. Uma experiência única, num longa que merece ser descoberto.

 

Para encerrar, tive o imenso prazer de participar do programa CineMack da Rádio Mackenzie. Foi uma experiência maravilhosa, na qual pude aprender muitas coisas sobre a maneira de ver cinema, tanto brasileiro como internacional. Aproveito para agradecer a todos que participaram do bate-papo, em especial ao grande Frank Ferreira, responsável pela ONG Popcine (www.popcine.org.br) e um verdadeiro mestre quando o assunto é cinema nacional, e a Lais Cassattini, redatora do site Cinema com Rapadura (www.cinemacomrapadura.com.br), pelo irrecusável convite. Quem quiser ouvir ao programa, basta entrar no site www.sendspace.com/file/5hz98a, clicar em popcine.mp3 e fazer o download. Aguardo a opinião de quem ouvir.

 

Por enquanto é só. Semana que vem, volto para falar o que de bacana ando curtindo no cinema, nos quadrinhos, na tv, na música e em outras áreas. Até a próxima!

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